domingo, 18 de dezembro de 2011

Domingueira Poética - Natal / 2011


Domingueira Poética
18 / dezembro / 2011

Porque um Menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre
os seus ombros e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus
Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.
- Isaías, 9:6

Querid@s Amig@s,

A edição natalina da Domingueira está sendo antecipada para este fim
de semana porque no próximo estarei fora do Rio, passando o Natal em
um encontro de família, sem acesso à Internet.
Vamos festejar, pois, em dose tripla. Inicialmente com os versos de
Vitor Martins, musicados pelo Ivan Lins, focando um Natal bem
brasileiro:

NOITE PARA FESTEJAR
- Ivan Lins / Vitor Martins

Quer saber quem sou
Quer saber de onde eu sou
Sou brasileiro, escreve aí
Sou brasileiro, sim senhor

Eu sou nascido
Nesta terra de Nosso Senhor
Que veio ao mundo
Num dezembro redentor
E Deus Menino
Nos deu essa fé maluca
Pra quem reza, luta e luta
A noite é pra festejar
ô.. ô... ô... ô... ô...

(Ivan Lins - CD "Um Novo Tempo" - Abril Music)

Uma outra abordagem tipicamente brasileira do Natal está em um vídeo
que me foi repassado pela Celi: NOSSO NATAL TEM BRASIL. Maravilhoso!
Vale a pena ver / ouvir, clicando neste link:

http://www.youtube.com/user/TVLuigiBertolli

Para concluir, um foco universalista do Natal, que me foi remetido
pelo amigo Joatan Olmo: Simone cantando "Então é Natal", de John
Lennon / Yoko Ono, com versão brasileira de Cláudio Rabelo, também
incluída no CD natalino do Ivan. Quem quiser ouvir, abra o anexo e
ligue o som. Valerá a pena.

Reitero meus votos de um Natal abençoado e de que, em 2012, tenhamos
novos sonhos e muitas realizações.
Abraços / beijos,

Victor



Um comentário:

  1. DECLAMANDO

    Eu era um cara normal
    Mas, no momento em que te vi,
    Descobri que a poesia não era um sonho,
    Uma fantasia, tampouco uma miragem.

    Ela sempre existiu em seu sorriso,
    Em sua simpatia,
    Nos seus abraços,
    No piscar dos seus olhos...
    Em cada batida do seu coração.

    Se me tornei assim, eu confesso: sou poeta,
    E quero morrer escrevendo,
    Lendo, declamando:
    Minha linda e eterna poesia.

    * (Agamenon Troyan)

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